Mostrando postagens com marcador Igrejas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igrejas. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de dezembro de 2011

Uma grande roupa para um grande manequim

Na compra de uma roupa avaliamos se agrada, se temos o tamanho certo para ela e se o dinheiro dá. Ninguém compra uma vestimenta sem antes verificar se cabe dentro dela. Só abrace causas que tenham o seu tamanho.

Está na hora da Igreja tirar suas medidas, pois uma tarefa de bom tamanho espera por ela nestes dias. A população mundial encostou na casa dos sete bilhões e a responsabilidade de ganhar o mundo para Cristo, é uma obrigação que ainda pesa sobre nós.

Alguns chegam a afirmar que o número de pessoas vivas em nosso planeta é maior do que o número daqueles que já morreram ou seja: A população atual é maior do que a soma de todos os que viveram até hoje. Uma constatação difícil de provar, mas que chega bem perto da realidade Temos diante de nós o maior desafio evangelístico da história da Igreja.

É hora de crescer e tomar um tamanho proporcional à obra a ser realizada. Não dispomos de muito tempo para esperar. "O mistério da iniqüidade já opera" (2Ts.2.7,8), e ganha tentáculos que penetram profundamente em todos os segmentos da sociedade. A Igreja deve adquirir maior agilidade. É hora de começar algo diferente. O avivamento pode estar contido dentro de prisões estruturais fossilizadas.

A tarefa é grande, mas não podemos tremer diante dela. Temos do nosso lado alguém que é capaz de encarar qualquer briga, por mais mal encarado que seja o nosso adversário. É Jesus. "Nele habita toda a plenitude" (Cl.1.19). Ter a plenitude, PLEROMA no grego, é o mesmo que dizer que nele cabem todas as coisas. Todas as coisas cabem nele de uma só vez. Nada, tarefa alguma e ninguém, são grandes demais para Jesus. O próprio Deus cabe em Jesus. "Eu e o Pai somos um" (João10.30).

Somos informados na Palavra que características tipicamente divinas, são transferidas ao ser humano carente da graça de Deus. Este torna-se um ser divinizado e incrivelmente poderoso ao entrar em contato com este poder celestial. "Porquanto nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl.2.9). A divindade pode ser experimentada por pessoas que tenham um corpo como Jesus teve, isto é: Você e eu.

Agora que tiramos as medidas de Jesus e sabemos do que Ele é capaz, podemos chegar a seguinte conclusão: Somente alguém deste tamanho poderia realizar uma obra restauradora que abrangesse todas as coisas. "... havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus" (Cl.1.20).

Quando a Bíblia fala em reconciliar, subentende-se que todas as coisas e pessoas estavam em guerra consigo mesmas, umas com as outras e com o seu criador. Este estado de beligerância provocou estragos gigantescos nas coisas e nas pessoas, mas "para isto se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do Diabo" (1João3.8).

Ao reconciliar-se com Deus, o homem e seu meio ambiente reencontram-se com o seu propósito original. O ser humano caído, finalmente tem seu encontro com Deus, sendo erguido à posição de Filho de Deus, volta a desfrutar da amizade com seu criador e entende que seu caminhão é suficientemente grande para carregar qualquer areia. A célula cabe direitinho em você, abrace esta causa irmão.

Ubirajara crespo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

IGREJAS EM FÚRIA

Há algum tempo atrás conversava com preciosos irmãos a respeito da questão da unidade da Igreja. Alguns questionavam a existência das denominações como forma de organização ideal para a Igreja e de suas tentativas frustradas para se apresentar como Corpo de Cristo. Outros diziam que a localidade é a única base para a existência da Igreja e, segundo eles, o denominacionalismo é fruto da carne e tem a ver com facções, antagonismos e com as vaidades humanas. O assunto ficou tão quente que resolvi escrever a esse respeito na tela fria de meu computador.
Creio que o esclarecimento deste assunto é de suma importância pois a Bíblia define pecado como uma desobediência a mandamentos divinos. “Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo.2.4). Diante desta declaração é de se esperar que a Igreja, sendo aquela que manifesta o conhecimento de Deus ao mundo, pratique a vontade de Deus em todas as áreas, inclusive na forma como se organiza e se apresenta ao mundo.
Encontramos embutida na própria definição da palavra pecado amartia (hamartia) no grego, a idéia de que pecado é errar o alvo. Isto acontece quando não atingimos o padrão de Deus para nossa vida como Igreja. Se concluirmos que o alvo de Deus é que vivamos divididos em denominações, então, quaisquer outras formas de organização eclesiásticas são pecadas. Por outro lado, se acharmos que o padrão de Deus é que não criemos barreiras para que os verdadeiros cristãos de uma cidade se relacionem, então esta briga eclesiástica se constitui num grande escorregão. O importante é atingir o objetivo que Deus tem para Sua Igreja.
A Bíblia ensina que ao tomarmos a ceia sem discernir o corpo, estamos nos tornando réus do corpo e do sangue (1Co.11.27). O significado deste termo (réu do sangue e do corpo), pode ser o juízo que vem de se provocar amputações e sangrias (divisões) no Corpo de Cristo.

A verdadeira instrução da Palavra é a de ajustar o corpo, consolidando todas as partes, fazendo com que cada junta e medula se encontre e traga a justa cooperação, isto é, fazer com que o corpo inteiro siga na mesma direção “todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef.4.16).
Se cada pedaço do corpo resolver ir numa direção diferente, não vai prestar. Creio que o momento é de inclusão e não de exclusão. Jesus vem buscar uma noiva sem mácula e nem ruga e de corpo inteiro. Amor aos pedaços é uma terrível anomalia espiritual. Devo concordar que a chamada Igreja aos pedaços foi gerada pelos nossos preconceitos e não pelo amor que deveria ser uma marca indisfarçável da Igreja. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13.35).

Uma coisa que podemos constatar facilmente, é que como resultado das amputações produzimos muita carne podre. Os membros de nossos corpos permanecem vivos porque estão ligados ao corpo. Preconceito e divisão provocam morte, unidade cristã provoca vida. Resistir a este movimento de unidade do Corpo de Cristo é resistir ao próprio Cristo. “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”.
A Mácula da amputação deverá ser curada. Jesus vem buscar um corpo e não pedaços de carne totalmente desconectados entre si. Talvez esteja aqui a resposta para aquele pergunta milenar: Como podemos esperar e apressar a vinda do Senhor? Com relação à sua primeira vinda, Jesus não veio para os seus, até que os seus (judeus) não tivessem sido restaurados como nação. Enquanto o povo israelita estava espalhado entre as nações, Jesus não se fez carne. No que tange à segunda vinda de Cristo, creio que o mesmo acontece na sua relação com a Igreja. Ele voltará quando tiver um corpo para levar. Retardar a unidade é retardar a instalação do Reino.

Não estou falando do corpo místico de Cristo. Ele não quer um corpo místico, afinal isto não serve para nada. O Corpo tem que ser visível e palpável. Uma Igreja invisível, não tem qualquer sentido prático. Jesus quer estabelecer na Terra uma Igreja de verdade. Aquela que pode ser vista, ouvida e tocada.

Hoje lidamos com as denominações que num certo sentido tem se tornado uma grande dificuldade para que a visão de Corpo se estabeleça. Não quero levantar uma bandeira de guerra contra esta forma de organização eclesiástica, pois num certo sentido, têm sido um amparo para a Igreja que está espalhada em seu ambiente institucional. O problema está entre os que a elas se escravizam  sem discernir que fazem parte de algo muito maior, que é o Corpo de Cristo.

Há quem prefira optar pela localidade como única base para nossa união e excluem os irmãos ainda ligados às denominações. Este me parece ser um erro ainda maior. Somos um corpo em Cristo que inclui tanto os que se ligaram às denominações, como os que delas já se desprenderam. Desprender-se de sua denominação não é necessariamente desligar-se institucionalmente dela, significa alargar a vista e enxergar o Corpo.

Como nos tempos de Paulo há quem se levante para dizer: Eu sou de Cristo e não de Apolo, Cefas ou de qualquer um outro. É a denominação dos indenominacionais, ou como costumo dizer: O partido dos não partidários. Geralmente este partido acaba se transformando na panela mais fechada de todas.

A Instituição pode tornar-se uma barreira se for à base de nossa comunhão, se causar amputações e se impedir o mover da vida no corpo, achando que isto é exclusividade de alguns. A vida está no sangue derramado na cruz que circula por todo o Corpo de Cristo e vai além dos rótulos, dos crachás e das placas.
Ubirajara Crespo




               

domingo, 6 de novembro de 2011

Carol Celico: Não sou evangélica, sou cristã. Minha casa é minha Igreja.

                 

Carol foi obviamente ferida pela Igreja, situação não muito incomum hoje em dia. Creio que somos responsáveis por termos nos tornado vulneráveis e deixado ferir.

Jesus, porém, disse que os escândalos ocorreriam, mas para o causador do escândalo, advertiu que melhor seria que amarrasse uma pedra ao pescoço e se atirasse no abismo, no mar ou em qualquer outro lugar.

Para este o juízo será muito maior, este que deveria guardar as ovelhas, ganhou garras, dentes pontiagudos e as fritou em óleo muito quente.

Esta mostardeira se transformou em uma grande árvore, e oferece abrigo em em seus galhos parra todo tipo de ave de rapina.
 
Meu povo perece porque lhe falta conhecimento, porque tú sacerdote rejeitaste o conhecimento eu também te rejeitei.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

GAMBIARRA ECLESIASTICA:

Como construir o novo sem destruir o que esta feito?  

 Vamos fazer remendos, puxados, gambiarras elétricas e hidráulicas e gato nets, tapar com chiclete, esparadrapo e super bonder?

 Será que com uma propinazinha na mão do anjo ele deixa passar?

  Quanto tempo dura isto?

Ou vamos fazer tudo novo?

 www.naosnewstv.org



http://www.youtube.com/v/eH2JjW_j-N8?version=3&hl=pt_BR">name="allowFullScreen" value="true">http://www.youtube.com/v/eH2JjW_j-N8?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="490" height="279" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true">

sexta-feira, 10 de junho de 2011

EDITORIAL: Indivíduos ou robôs?

CONSTRUÍMOS IGREJAS OU INSTITUIÇÕES????

Por Ubirajara Crespo

Há algum tempo atrás conversava om preciosos irmãos a respeito da questão da unidade da Igreja. Alguns questionavam a existência das denominações como forma de organização ideal para a Igreja e de suas tentativas frustradas para se apresentar como Corpo de Cristo. Outros diziam que a localidade é a única base para a existência da Igreja e, segundo eles, o denominacionalismo é fruto da carne e tem a ver com facções, antagonismos e com as vaidades humanas. O assunto ficou tão quente que resolvi escrever a esse respeito na tela fria de meu computador.

Creio que o esclarecimento deste assunto é de suma importância pois a Bíblia define pecado como uma desobediência a mandamentos divinos. “Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo.2.4). Diante desta declaração é de se esperar que a Igreja, sendo aquela que manifesta o conhecimento de Deus ao mundo, pratique a vontade de Deus em todas as áreas, inclusive na forma como se organiza e se apresenta ao mundo.

Encontramos embutida na própria definição da palavra pecado amartia (hamartia) no grego, a idéia de que pecado é errar o alvo. Isto acontece quando não atingimos o padrão de Deus para nossa vida como Igreja. Se concluirmos que o alvo de Deus é que vivamos divididos em denominações, então, quaisquer outras formas de organização eclesiásticas são pecadas. Por outro lado, se acharmos que o padrão de Deus é que não criemos barreiras para que os verdadeiros cristãos de uma cidade se relacionem, então esta briga eclesiástica se constitui num grande escorregão. O importante é atingir o objetivo que Deus tem para Sua Igreja.

A Bíblia ensina que ao tomarmos a ceia sem discernir o corpo, estamos nos tornando réus do corpo e do sangue (1Co.11.27). O significado deste termo (réu do sangue e do corpo), pode ser o juízo que vem de se provocar amputações e sangrias (divisões) no Corpo de Cristo.

A verdadeira instrução da Palavra é a de ajustar o corpo, consolidando todas as partes, fazendo com que cada junta e medula se encontre e traga a justa cooperação, isto é, fazer com que o corpo inteiro siga na mesma direção “todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef.4.16).

Se cada pedaço do corpo resolver ir numa direção diferente, não vai prestar. Creio que o momento é de inclusão e não de exclusão. Jesus vem buscar uma noiva sem mácula e nem ruga e de corpo inteiro. Amor aos pedaços é uma terrível anomalia espiritual. Devo concordar que a chamada Igreja aos pedaços foi gerada pelos nossos preconceitos e não pelo amor que deveria ser uma marca indisfarçável da Igreja. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13.35).

Uma coisa que podemos constatar facilmente, é que como resultado das amputações produzimos muita carne podre. Os membros de nossos corpos permanecem vivos porque estão ligados ao corpo. Preconceito e divisão provocam morte, unidade cristã provoca vida. Resistir a este movimento de unidade do Corpo de Cristo é resistir ao próprio Cristo. “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”.

A Mácula da amputação deverá ser curada. Jesus vem buscar um corpo e não pedaços de carne totalmente desconectados entre si. Talvez esteja aqui a resposta para aquele pergunta milenar: Como podemos esperar e apressar a vinda do Senhor? Com relação à sua primeira vinda, Jesus não veio para os seus, até que os seus (judeus) não tivessem sido restaurados como nação. Enquanto o povo israelita estava espalhado entre as nações, Jesus não se fez carne. No que tange à segunda vinda de Cristo, creio que o mesmo acontece na sua relação com a Igreja. Ele voltará quando tiver um corpo para levar. Retardar a unidade é retardar a instalação do Reino.

Não estou falando do corpo místico de Cristo. Ele não quer um corpo místico, afinal isto não serve para nada. O Corpo tem que ser visível e palpável. Uma Igreja invisível, não tem qualquer sentido prático. Jesus quer estabelecer na Terra uma Igreja de verdade. Aquela que pode ser vista, ouvida e tocada.

Hoje lidamos com as denominações que num certo sentido tem se tornado uma grande dificuldade para que a visão de Corpo se estabeleça. Não quero levantar uma bandeira de guerra contra esta forma de organização eclesiástica, pois num certo sentido, têm sido um amparo para a Igreja que está espalhada em seu ambiente institucional. O problema está entre os que a elas se escravizam  sem discernir que fazem parte de algo muito maior, que é o Corpo de Cristo.

Há quem prefira optar pela localidade como única base para nossa união e excluem os irmãos ainda ligados às denominações. Este me parece ser um erro ainda maior. Somos um corpo em Cristo que inclui tanto os que se ligaram às denominações, como os que delas já se desprenderam. Desprender-se de sua denominação não é necessariamente desligar-se institucionalmente dela, significa alargar a vista e enxergar o Corpo.

Como nos tempos de Paulo há quem se levante para dizer: Eu sou de Cristo e não de Apolo, Cefas ou de qualquer um outro. É a denominação dos indenominacionais, ou como costumo dizer: O partido dos não partidários. Geralmente este partido acaba se transformando na panela mais fechada de todas.

A Instituição pode tornar-se uma barreira se for à base de nossa comunhão, se causar amputações e se impedir o mover da vida no corpo, achando que isto é exclusividade de alguns. A vida está no sangue derramado na cruz que circula por todo o Corpo de Cristo e vai além dos rótulos, dos crachás e das placas.