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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

O que aconteceu com Israel pode ocorrer com a Igreja

“Sucedeu que, no nono ano do reinado de Zedequias, aos dez dias do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e levantaram contra ela tranqueiras em redor. A cidade ficou sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada da fome, e não havia pão para o povo da terra, então, a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros perto do jardim do rei, a despeito de os caldeus se acharem contra a cidade em redor"
‭(2Reis‬ ‭25:1-4‬).

O Reino de Judá estava moribundo e ao invés de procurar amparo em Nabucodonosor, rei da Babilônia, que se mostrava condescendente com seus aliados, resolveu enfrentar o monarca mais poderoso da Terra. Ganhou como pagamento da sua insensatez um ataque definitivo contra #Jerusalém e como bônus, um cativeiro, que foi construído em etapas, culminando por volta de 536 a 538 aC. O cerco a Jerusalém, teve seu iniciou um pouco antes disse, mas o Egito resolveu atacar Nabucodonosor (LeitComp Jeremias 37.5) " “Jeremias andava livremente entre o povo, porque ainda o não haviam encarcerado. O exército de Faraó saíra do Egito; e, quando os caldeus, que sitiavam Jerusalém, ouviram esta notícia, retiraram-se dela.” (Jeremias‬ ‭37:4-5‬).

Isto interrompeu, por pouco tempo o cerco de Jerusalém, pois não precisou de muito tempo para derrotar os egípcios. Zedequias foi torturado e deportado para a #Babilônia, onde morreu (LeitComp Jeremias 52.11).

Zedequias reinou por onze anos (LeitComp 2Reis 24.18). Poderia ser mais, caso não se rebeladasse (LeitComp 2Reis 24.20), ignorando o conselho de Jeremias, que previu a destruição da cidade. O rei prendeu aquele que lhe dera o bom Conselho e manteve soltos e influentes os seus maus conselheiros (LeitComp 34.1-7; 32.1-16). Esqueceram de que Israel abandonou seu protetor. Entendeu, que ao prever a destruição de Judá, Jeremias demonstrasse #antissemitismo. Assim terminou a história de Israel e o mesmo ocorrerá com a Igreja, caso continue neste atual desvio.

Os verdadeiros profetas da atualidade prevêem uma calamidade idêntica para a Igreja, que separará, definitivamente, o joio do trigo. A faxina na Igreja será grande e o #Anticristo, inconscientemente, será o agente de Deus nesta faxina, assim como o foi #Nabucodonosor.

Ubirajara Crespo

sábado, 17 de dezembro de 2011

Gospel Músic fora de controle

Quem canta seus males espanta!

E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:1-4

Desde o fim dos anos 1990, o mercado de música enfrenta uma crise sem precedentes. No Brasil, de acordo com dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), 45% das músicas são consumidas a partir de downloads ilegais e 52% dos discos vendidos são piratas. Mas há no cenário pouco animador uma ilha de bonança: o mercado gospel.

Entre vendas de discos e de DVDs e a produção de grandes festivais, o segmento movimentou em 2010 cerca de 1,5 bilhão de reais, patamar que deve crescer 33% este ano, e chegar a 2 bilhões de reais, de acordo com uma pesquisa de mercado de uma gravadora do setor.

Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), o gospel é o segundo gênero musical mais consumido no país, atrás apenas do inquebrantável sertanejo, abocanhando uma parcela significativa dos 500 milhões de reais movimentados anualmente com a venda de CDs. O êxito despertou o interesse de grandes gravadoras como Sony e Som Livre, detentoras do passe de onze artistas do segmento. E estimulou a criação de um canal on-line inteiramente dedicado a ele – uma espécie de MTV gospel na internet, a LouveTV.

Além da entrada da Globo no setor. A Som Livre, braço fonográfico da emissora, tem desde 2010 no seu elenco alguns campeões de venda como Regis Danese,Diante do Trono e Renascer Praise, e promove em parceria com o canal, no dia 10 de dezembro, o Festival Promessas. Oito dias depois, ele será o primeiro evento do tipo a ser exibido pela Globo. O festival, que pode reunir até 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, estará entre os especiais de fim de ano da emissora. Sua produção está a cargo da GEO Eventos, empresa responsável pela edição brasileira do festival Lollapalooza, uma grife internacional.

“A GEO está atenta a esse público, que hoje representa 20% da população segundo o IBGE, e pretende ampliar a sua atuação no setor”, diz Juliana Carvalho, responsável pela comunicação da empresa. Luiz Gleiser, diretor da Globo responsável pelo Promessas, diz que “como maior produtora de cultura do país, [a Globo] não pode ficar indiferente à força artística da música gospel”. Gleiser falou ainda sobre a entrada gradativa dos artistas gospel na programação: “A Globo já convidava artistas gospel para os programas de linha, como Domingão do Faustão e TV Xuxa, por exemplo.

O Promessas é um passo a mais nesse sentido”. Para Maurício Soares, diretor do selo gospel criado em janeiro deste ano pela Sony Music, 2011 é um “divisor de águas” nesse mercado em relação “à grande imprensa”. A contratação pela Sony do próprio Soares, produtor que há 22 anos trabalha com artistas evangélicos, é indício da conversão recente do chamado mercado secular– termo usado pelos próprios crentes – ao gospel. Coube a ele levar para a major, a cantora Cassiane Santana. Segundo maior nome do gênero, ela já vendeu cerca de 5 milhões de discos desde meados dos anos 1990. “Até o fim de 2012, pretendemos contratar mais três ou quatro artistas”, anuncia Soares. Esse mercado aquecido tem uma dinâmica própria.

“Todos os dias, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos evangélicos. E a música é o carro-chefe deles”, afirma Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Music, a maior gravadora gospel do país. É na MK que estáAline Barros, a joia da coroa, cobiçada por Sony, Som Livre e Universal. Os números são uma boa maneira de explicar o assédio. Este ano, além de ganhar um Grammy Latino (é o quarto da carreira), Aline vendeu 300.000 cópias do disco Extraordinário Amor de Deus.

É mais do que conseguiram nos últimos anos medalhões como Ivete Sangalo (245.000 de Ao Vivo no Madison Square Garden, lançado em 2010) e Maria Gadú (180.000 do disco de estreia que leva o seu nome, em 2009). Sobre o assédio de grandes gravadoras, Aline, que faz em média 15 participações por mês e em 2012 realizará uma turnê pela Europa, desconversa e olha para o céu: “Fico lisonjeada e acho que é um sintoma do quanto a música gospel se tornou uma força que não pode ser desconsiderada. Mas Deus é quem guia as minhas decisões e estou feliz em permanecer na MK”. O alto patamar de vendas pode ser explicado pelas particularidades do segmento.

Basicamente formado por fiéis das classes C, D e E, esse público se beneficia dos preços mais baixos dos discos evangélicos – 15 reais,em média. Alémdisso, tem menos acesso à internet e faz menos downloads – legais ou ilegais. “Há uma questão moral. A religião proíbe burlar a lei. A venda de discos pirateados representa de 10% a 15% do mercado gospel, um índice muito inferior que os 52% do mercado laico, por exemplo”, diz Laudeli, da MK Music.

Outro fator importante é o suporte dado por veículos evangélicos à divulgação dos discos. Ao contrário dos artistas seculares, cujos lançamentos requerem grandes campanhas publicitárias e inserções em rádios, os evangélicos contam com as igrejas e as rádios ligadas a elas para difundir suas músicas. O culto, que chega a ter 70% do tempo dedicado ao louvor, e a programação de rádios religiosas se complementam, executando à exaustão músicas de cantores já conhecidos e indicando novos artistas. Nomes como Bruna Karla, Arianne e Mariana Valadão surgiram nos últimos cinco anos para renovar o setor, já dominado pela geração de Aline Barros, Cassiane, Fernanda Brum, Kleber Lucas e a banda Oficina G3.

Além da publicidade, o universo evangélico oferece uma extensa rede comercial aos artistas. “Enquanto no mercado secular as lojas de disco se extinguiram, existe uma rede de pequenas lojas no mercado evangélico para a venda de Bíblias, livros e discos”, diz Mauricio Soares, que antes de dirigir o braço gospel da Sony Music, foi diretor da Line Records, gravadora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

É assim que, impulsionado pela crescente penetração dos evangélicos no país, por produções musicais bem feitas, por cantores profundamente ligados aos ouvintes por laços religiosos e pelo poder de consumo da nova classe média, o mercado gospel alia fé e louvor e muito dinheiro. Além de um interessante filão para as emissoras de TV e a salvação para gravadoras que hoje vivem o inferno comercial. (Fonte Veja).

COMENTÁRIO MEU:

Gente, aguardem pela minha carreirra musical, que será de arrasar.

O título sera: Desafinando no banheiro

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

LIVRO DE JEREMIAS, O PROFETA CHORÃO

INTRODUÇÃO AO LIVRO:
 
Já que era o povo escolhido por Deus, Judá foi capaz de pensar que poderia sempre experimentar boas coisas, independentemente do seu comportamento. É bem verdade que Deus tinha feito um concerto de bênçãos com eles, mas era condicional. Se as bênçãos foram condicionadas ao seu comportamento, esperava-se que a descarada desobediência significasse que as bênçãos poderiam ser substituídas por castigos.
Os livros de 1 Rei s e 2Crônicas descrevem o declínio moral do Reino de Judá (apesar das advertências proféticas), prevenindo e prevendo a derrota e o cativeiro.
Os poemas desse livro, provavelmente, foram compostosimediatamente depois da destruição de Jerusalém. Esses poemas se tornam especialmente penetrantes quando comparam as antigas bênçãos e a força antiga de Judá com o caos e o sofrimento que seus pecados atraíram. O povo escolhido e protegido tinha perdido tudo e estava numa situação de desesperança. A aflição divina ao ser agredido pelos pecados de Israel lembra que o Espírito Santo pode ser entristecido pelo nosso comportamento (Is 63.10). Em contrapartida, o arrependimento é uma manifestação da obra do Espírito Santo Espírito Santo entre o povo de Deus (Jo 16.7-11).

TEXTO BÍBLICO: Cantares 1.1: Como está solitária a cidade que era tão populosa! A que era grande entre as nações tornou-se como viúva! A princesa das províncias tornou-se escrava!

NOTA DE RODAPÉ: Estamos em 587 a.C., e Jeremias vê o resultado final de tudo o que previu. Só lhe restam os lamentos, e não mais em tom acusador de antes, mas extremamente doloroso. Jerusalém fora invadida pelos exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e estava agora completamente arrasada. O rei Zedequias, seus filhos e toda a corte real foram levados cativos para a Babilônia. Da sua população, ficaram apenas os rejeitados, os ignorantes e os sem recursos, o tipo desdenhado até pelos urubus.
 
Os babilônios desenvolveram o costume de importar, das terras dominadas, o que havia de melhor em termos de recursos humanos. Para dificultar uma possível recuperação do poderio nacional, devastavam os seus recursos físicos e impunham pesada carga tributária a uma terra que fora por eles exaurida (Ed 4.20).

Tudo isso poderia ser evitado se o povo tivesse escutado a palavra profética e atendido ao apelo do arrependimento. Jerusalém preferiu ouvir os profetas que prometiam proteção do alto e diziam o que gostaria de ouvir. Como um povo desobediente poderia esperar a intervenção de Jeová? Um verdadeiro profeta não fala o que o povo gosta, mas o que precisa.